Amantes do Trance

 Entrevista com Zandza

 

1 – Olá, desde já obrigado por teres aceite, o nosso convite para participares neste evento onde queremos enaltecer todas as mulheres do nosso mundo. É um prazer para nós.

Gostaríamos que fizesses uma pequena apresentação sobre ti. (nome, idade, nacionalidade, cidade onde vives)

Meu nome é Rosângela, tenho 37 anos, Brasileira e moro em São Paulo-SP

 

2 –  Antes de mais, há quantos anos és Dj? E sempre no género de psytrance?

Toco desde 2004.
Em meados de 2007, quando o psytrance teve uma queda no Brasil, toquei Electro House em algumas festas mas não durou muito tempo, não era o que tocava o meu coração, então voltei para o Psy.

 

3 – Quando o mundo do psytrance aparece nas nossas vidas, generalizando, arrebata-nos e vai crescendo em nós. Recordas-te de como esta música/mundo chegou à tua vida? E que idade tinhas?

Sempre fui da música eletrônica desde pequena, ouvia a rádio 97.7 do Brasil e curtia todas as vertentes, desde o House Music ao Drum n Bass, mas foi em 2002, na festa Skol Beats no autódromo de Interlagos em São Paulo que me deparei com uma pista só de psytrance e foi paixão à primeira vista.
À partir daí comecei a frequentar somente as festas de psytrance.

 

zanda

 

4- Recordas-te em que festa te estreaste como Dj? Dirias que essa foi a atuação que mais te marcou?

A primeira festa que toquei foi uma Private, aniversário de uma amiga, tinha bastante gente, fiquei muito nervosa, mas lembro que me saí muito bem.

 

5 – De contactos como artistas, produtoras, organizadores e outros, existem sempre alguns que tornam importante amigos ou mentores, gostarias de referir alguns?

Ah,  com certeza a Minds Agency é uma grande agência que se tornou parte da família.
O Felipe é o mentor e me direciona muito bem na minha carreira, além de toda a equipe dar um grande suporte nas minhas mídias sociais. Sinto muito orgulho de fazer parte desse time com grandes artistas consagrados da cena Psytrance no Brasil como Kitty, Rosa Ventura, Feio, Audio-X, entre outros que  inclusive são algumas das minhas inspirações desde o começo da minha trajetória.

 

6- Quando estás em palco, quais são as emoções e pensamentos que mais tens presentes?

Quando eu estou no palco o meu objetivo é transmitir alegria e agitação, algo que eu amo sentir quando estou no dance floor.
Gosto de ver a galera se divertindo e dançando muito. Eu sinto uma emoção inexplicável quando toco, é algo que amo fazer.
Escolho as tracks à dedo e sempre estou disposta a inovar em todos os sets que faço.
É uma felicidade sem fim, eu espero de verdade que a pandemia acabe logo pra poder tocar em muitas festas!

 

7- Gostarias de colaborar com algum artista em especial?
Duas referências atuais: Knock Out e Stryker
Duas referências do Fullon Morning Old School: Ananda Shake e Spade

 

zanda

 

8- Quais são os seus três álbuns favoritos de todos os tempos?

  1. GMS & Stryker – Full On – 2020
  2. Ananda Shake – Inside the Sound – 2007
  3. Knock Out – Miracle – 2019

 

9- Tens algum próximo passo pensado para o teu projeto? O que se segue?

Sim, o próximo passo é começar a produzir minhas próximas músicas.

 

10- Se pudesses escolher qualquer lugar no mundo para tocar, onde seria?

No Festival Ozora na Hungria, realmente um grande sonho.

 

11- Obrigado por te juntares a nós nesta entrevista, queres deixar algumas palavras à comunidade psytrance portuguesa antes de terminarmos?

Agradeço a oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho que faço com muito amor e carinho.
Conheci o público Português em algumas Lives que participei agora na quarentena..
Estou ansiosa porque vocês são muito receptivos, alegres e com muita energia.
Temos que agradecer que a pandemia trouxe coisas boas também e pra mim uma delas foi conhecer vocês.
Não vejo a hora de nos encontramos pessoalmente.

 

zandza

 

 

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