Amantes do Trance

1 – De que maneira entrou a música na tua vida?

R: Comecei a ter aulas de guitarra quando tinha 15, heavy metal era o que eu ouvia. Ao crescer descobri outros estilos de música através de amigos. A primeira música eletrónica que ouvi foi Thunderdome (Hardcore Rave) e Apex Twin. A partir daí tudo se desenvolveu.

2 – Qual foi a primeira festa em que tocaste como DJ?

R:Eu estava em Kalga na Indía. Um amigo meu fez uma festa lá e eu tive a chance. Depois disso ele tornou-se no Abomination (Eyal Gershon meu amigo  )


3- Como foi o início da tua carreira?

R: Em 2006 foi o meu primeiro lançamento com a Mind Funk Records. Era uma faixa a 150, bastante minimalista mas agressiva. Tive dificuldade em encontrar labels, enviei muita música, cds e email mais tarde. Enviei mensagens para organizadores de festas… Sem grandes respostas…. Em 2008 lancei uma faia na Doof Records, a partir daí assinei com eles para fazer umas gravações – Fist Of Fury. Depois disso as pessoas começaram a conhecer-me mais.

4 – Como começaste a produzir musica eletrônica?

R: Comecei a mexer com o Cubase em 2004. Não tinha um bom computador, não tinha placa de som nem monitores. As primeiras tentativas foram feitas com headphones e depois misturei a faixa e checkei no meu carro – suava muito mal. Para ter o material que precisava trabalhei como cozinheiro, que amo fazê-lo. Também tive aulas de synth, demorou um bocado até ao meu primeiro lançamento.

5 – Onde encontras inspiração para criar novas faixas?

R: Sempre tentei fazer a minha música com humor, dar o meu toque às cenas e se houver uma sample que deixe as pessoas a pensar – isso é o melhor para mim.

7 – Quando é que a tua primeira faixa foi lançada?

R: The magic medicine (Mind Funk Records)

8 – Os artistas de Psytrance têm várias influências de outros género musicais. O que é que te inspira fora da música eletrônica? Que outras formas de arte fazem parte do teu processo criativo?

R: Outro tipo de arte que faço é pintar e também cozinhar umas cenas meias malucas.

9 - Quem são as tua influências musicais?

R: Damage, Digital Talk, Phatmatix, Absolum e Apex twin , Pink Floyd , Pantera…

10 – Que performance nunca esqueceste, que mais te mudou?

R: Fechar o Doof Festival em 2010(ou será que foi em 2009?..) O dance floor mais incrível de sempre! Foi aí que percebi que estava onde pertencia.

11 – O que te mantém inspirado pela música eletrônica?

R: Eu poder ser eu próprio e ver as pessoas ficarem malucas com a minha música.

13 – Quais vão ser as tuas próximas atuações?

R: O meu próximo destino é a Sérbia.

 
14 – Sobre as tuas novas produções, podes dizer-nos alguma coisa?

R: No último ano não tenho produzido música, tenho lidado com alguns problemas pessoais.. A minha última faixa foi lançada na Main Stage Records (nome da faixa – Self).

15 - Sobre a tua performance em Portugal, quais as tuas expectativas?

R: Vou tocar muitas faixas do meu antigo estilo sul-africano, ansioso por ver como as pessoas vão reagir.

16 - O que fazes quando não estás a tocar ou a viajar?

R: Estou com a minha família

17- Vamos terminar esta entrevista, deixa uma message para os teus fãs portugueses!

R: O set do Orca está para chegar! Preparem-se

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